
Nos mitos antigos, as divindades são entidades que possuem um poder superior ao dos humanos.
As “virgens vestais” devem o seu nome à deusa Vesta, protetora do lar. Para os romanos, era no lar que ardia um fogo particularmente importante, aquele que era usado para preparar as refeições.
Juntas, estas sacerdotisas dedicaram as suas vidas ao culto desta deusa, a fim deproteger a cidade de Roma. E como fizeram isso?
Ganharam certos privilégios por desempenharem funções do interesse público. Nomeadamente, eram autónomas — estavam livres de qualquer tutela paterna ou conjugal, ao contrário das outras mulheres romanas!

Na Roma antiga, as virgens vestais eram sacerdotisas de Vesta, deusa do fogo doméstico e do lar.
Embora fora do alcance das virgens vestais, o amor dá sentido à vida de muitas divindades! Mas não significa a mesma coisa para todos elas…
Descubra este exemplo com dois mitos sobre Ishtar e Isis!
(1) Ishtar, deusa mesopotâmia
(2) Isis, divindade egípcia antiga

As deidades associadas ao amor podem representar o amor sexual, como Ishtar, ou o amor conjugal, como Ísis.
Esta divindade é tão importante que pode ser encontrada em toda a bacia mediterrânica!
Pode ser reconhecida neste altar da Roma antiga pelo instrumento musical que segura na mão. É um sistro, usado no Egito durante cerimónias em sua honra.

Na antiguidade, Ísis, a deusa egípcia da fertilidade, era venerada até em Roma.
Ísis (ela outra vez!) tem outro papel que não é exclusivo dela – o da figura materna.
Historicamente, as mulheres têm sido frequentemente associadas à representação de uma figura materna. Este tipo de imagem de mãe e criança transcende as eras, as regiões geográficas e as religiões.
Vejamos alguns exemplos!

Representações de uma figura materna que cuida o seu filho transcenderam fronteiras geográficas e eras.
Ao contrário de todas estas figuras mitológicas virtuosas, Medeia personifica aspetos muito mais obscuros. Esta mulher tornou-se maquiavélica para se vingar do seu marido infiel, chegando mesmo a matar os seus próprios filhos.
O dramaturgo grego Eurides narra este mito na sua tragédia intitulada “Medeia”. Esta história realmente viajou bastante, visto que pode ser encontrada, por exemplo, em papiros egípcios!
A figura de Medeia foi revisitada muitas vezes na literatura e nas artes, revelando as múltiplas facetas da personagem: algumas vezes uma assassina implacável, outras uma esposa ferida, e, por vezes, uma mulher erudita e feiticeira.
Embora as mulheres tenham sido amplamente representadas como mães e esposas, chegou a hora de descobrir outras representações e os seus clichés!

A figura mitológica de Medeia é a de uma mulher maquiavélica que chegou a matar os seus próprios filhos.
"*" indicates required fields
Registe-se para aceder a todo o conteúdo e guardar o seu progresso
É fácil e gratuito!